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	<title>Comentarios en: O Teito do Petróleo fará imposible a recuperación do crecemento económico</title>
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	<description>Asociación por unha Galiza sen petróleo</description>
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		<title>Por: Véspera de nada &#187; Blog Archive &#187; Demostran que é imposible volver ao crecemento económico</title>
		<link>http://vesperadenada.org/2009/09/28/o-teito-do-petroleo-fara-imposible-a-recuperacion-do-crecemento-economico/comment-page-1/#comment-6196</link>
		<dc:creator>Véspera de nada &#187; Blog Archive &#187; Demostran que é imposible volver ao crecemento económico</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 18:50:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] do petróleo, presentaron no recente congreso anual de ASPO-USA un estudo no que confirman o que xa se tiña advertido repetidamente: a causa do Teito do petróleo, é imposible seguir crecendo economicamente. Ou dito [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do petróleo, presentaron no recente congreso anual de ASPO-USA un estudo no que confirman o que xa se tiña advertido repetidamente: a causa do Teito do petróleo, é imposible seguir crecendo economicamente. Ou dito [...]</p>
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		<title>Por: Véspera de nada &#187; Blog Archive &#187; Ao final vai resultar que si que se acaba o petróleo&#8230;</title>
		<link>http://vesperadenada.org/2009/09/28/o-teito-do-petroleo-fara-imposible-a-recuperacion-do-crecemento-economico/comment-page-1/#comment-4103</link>
		<dc:creator>Véspera de nada &#187; Blog Archive &#187; Ao final vai resultar que si que se acaba o petróleo&#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 11:19:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] nos diriximos cara a ese escenario é moi elevada. O comezo da Derradeira Gran Depresión (porque a economía mundial xa non terá nunca máis combustible de abondo para recuperar os niveis anteriores) deunos unha tregua moi enganosa nesta cuestión, que nos vai [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] nos diriximos cara a ese escenario é moi elevada. O comezo da Derradeira Gran Depresión (porque a economía mundial xa non terá nunca máis combustible de abondo para recuperar os niveis anteriores) deunos unha tregua moi enganosa nesta cuestión, que nos vai [...]</p>
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		<title>Por: casdeiro</title>
		<link>http://vesperadenada.org/2009/09/28/o-teito-do-petroleo-fara-imposible-a-recuperacion-do-crecemento-economico/comment-page-1/#comment-3422</link>
		<dc:creator>casdeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 08:16:15 +0000</pubDate>
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		<description>Grazas a Altermundo, que &lt;a href=&quot;http://www.altermundo.org/content/view/2668/1/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;vén de reproducir o artigo na súa versión online&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grazas a Altermundo, que <a href="http://www.altermundo.org/content/view/2668/1/" rel="nofollow">vén de reproducir o artigo na súa versión online</a>.</p>
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		<title>Por: casdeiro</title>
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		<dc:creator>casdeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 08:12:28 +0000</pubDate>
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		<description>Copio a versión corrixida e regrafada publicada no Novas da Galiza:

&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;O Teito do Petróleo fará impossível a recuperaçom do crescimento económico&lt;/strong&gt;

O objectivo perseguido por todas as instâncias do poder político e económico a nível mundial para sairmos da actual Recessom mundial nom é outro que a volta à senda do crescimento económico, medido como taxas positivas de aumento do PIB. Aplicam-se variadas receitas, com maior ou menor nível de improvisaçom, mas sempre cara a esse único objectivo, seguindo a ortodoxia vigente na denominada “ciência” económica. Mas há um sério problema em que nengum desses poderes (nem os meios de comunicaçom de massas ao seu serviço) repara ou quer reparar: essa ortodoxia é todo menos “científica”. Perseguir um crescimento infinito da produçom e do consumo material num planeta finito nom somente contravém o mais básico senso comum, como ainda a Segunda Lei da Termodinámica. A corrente económica dominante nestes tempos considera o sistema económico mundial como se estivesse isolado do ecossistema, como se o planeta nom lhe impugesse uns limites físicos, um termo máximo ao que pode produzir-se, consumir, poluir... Um dos limites mais importantes é o energético, e umha das suas expressons é o denominado “teito” ou “zénite” da produçom mundial de petróleo: o nível máximo de petróleo que se vai poder pôr nunca à disposiçom da máquina económica mundial, um nível que segundo muitos especialistas, já alcançamos ou temos logo à volta da esquina.

&lt;strong&gt;A causa última da crise nom é financeira, mas energética&lt;/strong&gt;

Quando se erra na diagnose é difícil acertar com a cura. Xoán Doldán, ex-director do Instituto Energético da Galiza e actualmente um dos mais destacados representantes da denominada “Economia Ecológica” no nosso país, explica assim como xurdiu esta Recessom: “O sector financeiro aumentara a sua actividade por causa da economia especulativa e da mundializaçom. Isto levou a mais empréstimos e a umha maior produçom de bens e serviços, que precisou dum maior uso de materiais e energia. A forte pressom sobre a energia (em particular a de origem fóssil nom renovável) e os materiais (nom renováveis também), juntamente com a dificuldade para compassar a sua oferta à procura, acabou por afectar o preço. Quando essa suba se tornou mui forte (caso do petróleo em 2008) provocou umha retracçom na economia real. Isto significou o incremento das dévedas ao nom se poderem pagar os créditos ou as compras, com efeitos nos trabalhadores quando se trasladárom esses elevados preços à sua economia doméstica. Se empresas e famílias deixam de pagar as suas dévedas começa dar-se umha situaçom de desconfiança generalizada que acaba por retrair os movimentos de capitais e o sector financeiro entra numha crise que leva a reduzir os empréstimos. Se nom se concedem créditos, as empresas da economia real tenhem mais dificuldades para continuar produzindo e entram em crise; ademais, se as famílias nom tenhem facilidades no acesso aos créditos comprarám menos, ao qual se soma a maior desconfiança no futuro, o desemprego e os menores rendimentos familiares: há crise de consumo e crise de sobreproduçom, piorando o problema do pagamento das dévedas e reduzindo a capacidade de aforro e de investimento no sector financeiro. Finalmente, isto provoca umha reduçom da actividade produtiva e do consumo e portanto umha reduçom na demanda de energia e materiais, e assim a pressom sobre os preços é menor e tendem a diminuir.” E assim chegamos ao momento actual de peleja impossível por voltar ao crescimento de produçom e consumo.

&lt;strong&gt;Porque o crescimento continuado é impossível a meio e longo prazo&lt;/strong&gt;

A reactivaçom económica que perseguem os governos, segundo Doldán, implicará “umha reactivaçom na procura de materiais e energia, que com os limites físicos que existem (o zénite do petróleo é umha expressom desse limite), farám que se volte a pressionar o seu mercado e provoque um nível de preços cada vez mais alto”. O beco sem saída parece óbvio, já que logo, quando se tem em conta a energia nos cálculos económicos.

Desque se começara alimentar a economia mundial com petróleo, o crescimento do PIB e o consumo desta substância fôrom em paralelo, com umha correlaçom e dependência quase absoluta. Quanto maior produto mundial, maior consumo de petróleo; à falta de petróleo (crises dos anos 70), freio do PIB. Os economistas ortodoxos crem na perfeita substituibilidade dos factores produtivos: se falta petróleo, com mais capital acharemos algum substituto. Mas nom tenhem em conta os relatórios como o de Robert Hirsch para o governo dos EUA, que advertia de que fariam falta quando menos 20 anos para transformar todo o sistema socioeconómico, e os que indicam que nom há outras energias disponíveis que poidam chegar a tempo para substituir o precioso “ouro negro” a níveis de consumo actuais, sobretodo no transporte, calcanhar de Aquiles da economia mundializada. Está claro que após a era do petróleo deveremos virar cara às renováveis, mas será preciso em paralelo reduzirmos drasticamente o consumo energético (e portanto a produçom e consumo materiais), justo o caminho contrário a que teimam em levar-nos: como bem titulava Ted Trainer um dos seus livros, “A energia renovável nom pode sustentar umha sociedade de consumo”. E tampouco pode sustentar um sistema como o capitalista, baseado num crescimento permanente que permite financiar as dévedas de hoje à conta dos crescimentos do amanhá. Nem o crescimento permanente nem o sistema financeiro próprio da acumulaçom capitalista parecem ter muito futuro se começa falhar o motor derradeiro do crescimento: o petróleo.

Esta situaçom tem duas saídas possíveis: ou o colapso dumha civilizaçom industrial obstinada em seguir um caminho insustentável, ou umha terceira “Revoluçom” cultural e antropológica, que já fora alviscada há mais de 30 anos no relatório “Limits to Growth” publicado polo Clube de Roma: trás da invençom da agricultura no Neolítico e a Revoluçom Industrial, a nossa espécie para sobreviver deve iniciar umha nova grande Revoluçom: a da Sustentabilidade.
&lt;/blockquote&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Copio a versión corrixida e regrafada publicada no Novas da Galiza:</p>
<blockquote><p><strong>O Teito do Petróleo fará impossível a recuperaçom do crescimento económico</strong></p>
<p>O objectivo perseguido por todas as instâncias do poder político e económico a nível mundial para sairmos da actual Recessom mundial nom é outro que a volta à senda do crescimento económico, medido como taxas positivas de aumento do PIB. Aplicam-se variadas receitas, com maior ou menor nível de improvisaçom, mas sempre cara a esse único objectivo, seguindo a ortodoxia vigente na denominada “ciência” económica. Mas há um sério problema em que nengum desses poderes (nem os meios de comunicaçom de massas ao seu serviço) repara ou quer reparar: essa ortodoxia é todo menos “científica”. Perseguir um crescimento infinito da produçom e do consumo material num planeta finito nom somente contravém o mais básico senso comum, como ainda a Segunda Lei da Termodinámica. A corrente económica dominante nestes tempos considera o sistema económico mundial como se estivesse isolado do ecossistema, como se o planeta nom lhe impugesse uns limites físicos, um termo máximo ao que pode produzir-se, consumir, poluir&#8230; Um dos limites mais importantes é o energético, e umha das suas expressons é o denominado “teito” ou “zénite” da produçom mundial de petróleo: o nível máximo de petróleo que se vai poder pôr nunca à disposiçom da máquina económica mundial, um nível que segundo muitos especialistas, já alcançamos ou temos logo à volta da esquina.</p>
<p><strong>A causa última da crise nom é financeira, mas energética</strong></p>
<p>Quando se erra na diagnose é difícil acertar com a cura. Xoán Doldán, ex-director do Instituto Energético da Galiza e actualmente um dos mais destacados representantes da denominada “Economia Ecológica” no nosso país, explica assim como xurdiu esta Recessom: “O sector financeiro aumentara a sua actividade por causa da economia especulativa e da mundializaçom. Isto levou a mais empréstimos e a umha maior produçom de bens e serviços, que precisou dum maior uso de materiais e energia. A forte pressom sobre a energia (em particular a de origem fóssil nom renovável) e os materiais (nom renováveis também), juntamente com a dificuldade para compassar a sua oferta à procura, acabou por afectar o preço. Quando essa suba se tornou mui forte (caso do petróleo em 2008) provocou umha retracçom na economia real. Isto significou o incremento das dévedas ao nom se poderem pagar os créditos ou as compras, com efeitos nos trabalhadores quando se trasladárom esses elevados preços à sua economia doméstica. Se empresas e famílias deixam de pagar as suas dévedas começa dar-se umha situaçom de desconfiança generalizada que acaba por retrair os movimentos de capitais e o sector financeiro entra numha crise que leva a reduzir os empréstimos. Se nom se concedem créditos, as empresas da economia real tenhem mais dificuldades para continuar produzindo e entram em crise; ademais, se as famílias nom tenhem facilidades no acesso aos créditos comprarám menos, ao qual se soma a maior desconfiança no futuro, o desemprego e os menores rendimentos familiares: há crise de consumo e crise de sobreproduçom, piorando o problema do pagamento das dévedas e reduzindo a capacidade de aforro e de investimento no sector financeiro. Finalmente, isto provoca umha reduçom da actividade produtiva e do consumo e portanto umha reduçom na demanda de energia e materiais, e assim a pressom sobre os preços é menor e tendem a diminuir.” E assim chegamos ao momento actual de peleja impossível por voltar ao crescimento de produçom e consumo.</p>
<p><strong>Porque o crescimento continuado é impossível a meio e longo prazo</strong></p>
<p>A reactivaçom económica que perseguem os governos, segundo Doldán, implicará “umha reactivaçom na procura de materiais e energia, que com os limites físicos que existem (o zénite do petróleo é umha expressom desse limite), farám que se volte a pressionar o seu mercado e provoque um nível de preços cada vez mais alto”. O beco sem saída parece óbvio, já que logo, quando se tem em conta a energia nos cálculos económicos.</p>
<p>Desque se começara alimentar a economia mundial com petróleo, o crescimento do PIB e o consumo desta substância fôrom em paralelo, com umha correlaçom e dependência quase absoluta. Quanto maior produto mundial, maior consumo de petróleo; à falta de petróleo (crises dos anos 70), freio do PIB. Os economistas ortodoxos crem na perfeita substituibilidade dos factores produtivos: se falta petróleo, com mais capital acharemos algum substituto. Mas nom tenhem em conta os relatórios como o de Robert Hirsch para o governo dos EUA, que advertia de que fariam falta quando menos 20 anos para transformar todo o sistema socioeconómico, e os que indicam que nom há outras energias disponíveis que poidam chegar a tempo para substituir o precioso “ouro negro” a níveis de consumo actuais, sobretodo no transporte, calcanhar de Aquiles da economia mundializada. Está claro que após a era do petróleo deveremos virar cara às renováveis, mas será preciso em paralelo reduzirmos drasticamente o consumo energético (e portanto a produçom e consumo materiais), justo o caminho contrário a que teimam em levar-nos: como bem titulava Ted Trainer um dos seus livros, “A energia renovável nom pode sustentar umha sociedade de consumo”. E tampouco pode sustentar um sistema como o capitalista, baseado num crescimento permanente que permite financiar as dévedas de hoje à conta dos crescimentos do amanhá. Nem o crescimento permanente nem o sistema financeiro próprio da acumulaçom capitalista parecem ter muito futuro se começa falhar o motor derradeiro do crescimento: o petróleo.</p>
<p>Esta situaçom tem duas saídas possíveis: ou o colapso dumha civilizaçom industrial obstinada em seguir um caminho insustentável, ou umha terceira “Revoluçom” cultural e antropológica, que já fora alviscada há mais de 30 anos no relatório “Limits to Growth” publicado polo Clube de Roma: trás da invençom da agricultura no Neolítico e a Revoluçom Industrial, a nossa espécie para sobreviver deve iniciar umha nova grande Revoluçom: a da Sustentabilidade.
</p></blockquote>
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	<item>
		<title>Por: casdeiro</title>
		<link>http://vesperadenada.org/2009/09/28/o-teito-do-petroleo-fara-imposible-a-recuperacion-do-crecemento-economico/comment-page-1/#comment-3380</link>
		<dc:creator>casdeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:09:10 +0000</pubDate>
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http://vesperadenada.org/2009/08/05/o-teito-do-petroleo-e-a-imposible-recuperacion-economica/
http://vesperadenada.org/2009/07/05/as-consecuencias-do-teito-do-petroleo-segundo-un-informe-do-goberno-estadounidense/
http://vesperadenada.org/2009/07/03/efectos-economicos-xerais-do-teito-do-petroleo/
http://vesperadenada.org/2009/06/28/gordon-brown-reclama-un-plan-urxente-para-evitar-que-o-prezo-do-petroleo-rache-coa-recuperacion-economica/
http://vesperadenada.org/2009/06/19/e-posible-falar-de-sustentabilidade-sen-ter-en-conta-o-teito-do-petroleo/
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